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Quer saber se seus métodos estão corretos? Leia nosso blog, diversas dicas sobre os mais variados assuntos estão aqui. Pesquisas de mercado, informações sobre recursos, técnicas e um ótimo conteúdo sobre mídias sociais. Você também pode se inscrever en nossa newsletter e receber nossas principais notícias.

Ildeones Costa

Em 2011 morei em Curitiba uma cidade com em média 1,7 milhões de habitantes onde eu não conhecia nada mas tinha de tudo. Era comum eu precisar ir a um mercado, ou panificadora e usar sempre a referência mais simples para encontrar esses lugares: Shopping centers.

Mas quem já passou por isso sabe que uma coisa é você estar em uma cidade e procurar por um lugar pra comprar pão uma vez e "tchau", outra coisa é morar na cidade e sempre precisar comprar. Foi então que pensei, vou pesquisar na internet pra ver se acho outras opções. Qual foi a minha surpresa quando saltaram-me aos olhos um mundo de opções que pouco tempo depois era mais interessantes fosse pelo pelo preço do serviço, fosse pela qualidade ou por ambos. Em Curitiba, não importa o tamanho do negócio, se você pesquisar na internet ele estará lá e isso é importante mesmo se você não venda para clientes web. Sua presença na internet é mais um canal de vendas, afinal toda cidade tem turistas, pessoas que não conhecem o lugar e essas pessoas podem se tornar suas clientes, o importante aqui é fomentarmos que sua empresa precisa ter presença na web e o quanto antes melhor pois quando você não se coloca na web seu concorrente o faz trazendo relevância ao cliente que poderia ser seu.
Nossos próximos artigos serão sobre como você deve se colocar na web, quais ferramentas mais apropriadas e como medir os resultados disso pra saber como investir nesse tipo de marketing gerando resultados. Acompanhe-nos em nosso blog.
Se preferir solicite-nos um contato para que possamos ajuda-lo nessa empreitada, nós da AgencyWeb podemos lhe indicar as melhores opções para gerar conteúdo rastreável na web e além de presença, relevância para que seu negócio sempre esteja na mente do seu cliente.

Em meados de 2005 fiz minha primeira compra pela internet, naquela época a oferta de produtos era mínima e toda a problemática do processo estava focada em fornecer os dados do cartão com segurança e como ter garantias de que o produto realmente chegaria a minha residência. A compra era de um telefone celular cujas inovações tecnológicas levariam certo tempo para chegar ao Brasil (Mencionei que comprei de um site chinês?). Ocorre que os tramites eram muitos, já que havia a conversão em dólar do valor no exato momento da compra, além de taxas com importação, e claro o frete.

Passaram-se 45 dias até a chegada da encomenda e apesar de todos os cuidados que tive na hora da compra meu aparelho não era o desejado e sim uma cópia barata, que me causou muitos transtornos até ser trocado pelo modelo original após vários e-mails e muita raiva, melhor de tudo é que um dia fui almoçar e esqueci esse aparelho no restaurante, lembrei-me que no fim da tarde não havia recebido uma ligação sequer o que era estranho, dada minha rotina e só então me dei conta do fato.
A experiência que eu tirei desse acontecido? Colocar o aparelho no bolso sempre que for almoçar.
Bem, alguns anos se passaram e quando do meu casamento eu pesquisava por produtos do lar tais como fogão, geladeira, TV, Ar condicionado, cama etc... Percebi que não só eu economizaria comprando pela internet como também havia muitas outras vantagens. E relacionarei aqui algumas:
- Os produtos oferecidos eram os mesmos dos grandes centros que em muitos casos não eram encontrados na cidade onde eu residia;
- Dados os volumes das compras muitas vezes haviam pequenos gracejos das lojas que certamente eu não conseguiria mesmo no “tete-a-tete” com qualquer vendedor de uma loja física.
- Me senti muito mais confortável em conseguir visualizar se não todas mas um grande número de opções dos produtos que eu estava procurando, além de em muitos casos poder avaliar alguns detalhes técnicos;
- Junto de minha noiva na época foi mais fácil chegarmos a um acordo quanto aos detalhes de cada item a ser comprado;

Eu poderia citar um sem número de vantagens nas compras on-line muito do que faz os clientes se sentirem satisfeitos, mas não irei fazê-lo. Na verdade meu papel neste momento é colocar à mesa o filão de vários mercados na atualidade. Já não são mais, pequenos itens de consumo que são vendidos na internet, desde agulhas a aviões muitas são as empresas que estão negociando na web dada a padronização dos mercados sendo que a internet garante que pessoas no mundo inteiro possam conhecer seus produtos e serviços.
Fique atento o mercado ainda está em expansão e há muito para ser aproveitado.

Ildeones Costa
Análise de mídias sociais

Como atingir as expectativas do meu consumidor? Essa simples pergunta pode ser ainda uma charada para as empresas varejistas. É claro que a cada dia os clientes aumentam o seu conhecimento e, por conseguinte, também o seu nível de exigência com relação aos serviços. Na verdade, podemos dedicar boa parte da responsabilidade por esse empoderamento à tecnologia, os meios digitais.

Mas se por um lado estamos, como clientes, cada vez mais exigentes, por outro, a tecnologia permite também aos empreendedores responder de maneira cada vez mais proativa a essas exigências; fornecer experiências significativas aos clientes, não apenas os mantêm, mas alavanca a vantagem competitiva da empresa, um item precioso em períodos de economia delicada. A era do individual já começou, mais do que nunca os varejistas precisam responder a isso.

O poder individual das tecnologias digitais

Uma pesquisa global da Wipro em parceria com a Planet Retail, o The Era of Individual, com mais de 300 empresas varejistas, mostrou que 82% dessas companhias concordam que os investimentos em tecnologia e otimização operacional alavancam as possibilidades de hiper-personalização no atendimento às demandas dos clientes. E acontece que, hoje, já não falamos apenas sobre conhecer os hábitos do consumidor, mas sim compreender como atingi-los a partir desses costumes.

Uma boa notícia é que as tradições existem; consumidores de todo o mundo mantêm preferência por empresas de sua confiança, que ofereçam conveniência e uma boa gama de produtos. Obviamente que o preço, baseado em tais conveniências e aliado à força da marca, ainda influenciam muito nessa escolha. Programas de recompensa, fidelidade e opções de atendimento flexível também seguem na lista como motivos pelos quais um produto é comprado.

Integre a loja física à online, isso vai melhorar o conceito da sua marca com o cliente, a possibilidade de consultar um produto no ambiente físico antes de solicitá-lo via internet, com certeza assegura a confiança do consumidor.

E ainda que em janeiro de 2016 os resultados das vendas online tenham apresentado queda, o e-commerce continua sendo uma conveniência extremamente importante dentro do leque de benefícios que uma compra pode promover, especialmente no acesso mobile. Prova disso é que 40% dos entrevistados do The Era of Individual afirmam ter consultado seus dispositivos móveis para comparar preços antes da compra.

Entenda as atividades do seu consumidor nos canais digitais. Quando falamos em mobilidade, um ponto que deve ser altamente lembrado, é o fato de que os consumidores não procuram apenas adquirir produtos, o celular ou o tablet são também ferramentas para gerar conteúdo; comentários bons ou ruins na classificação de algum item podem, e vão com certeza impactar a sua venda. Mais da metade dos consumidores consultados, dizem que a tecnologia transformou para melhor as suas experiências de compra.

A visão 360 graus é fundamental. Ainda que acompanhar cada passo do cliente seja um desafio, hoje é mandatório o investimento em aplicativos móveis ligados à sua loja física e em tecnologias que permitam acompanhar essas ações. Elas vão ajudar a marca a direcionar suas ofertas e a atingir o consumidor certo no momento certo. O app vai otimizar as experiências online, e os varejistas poderão utilizar de listas de desejos, cupons de desconto e atendimentos personalizados para levar o cliente até as lojas físicas.

Há algum tempo os consumidores abraçaram os meios digitais para construir seu próprio caminho. Agora é hora de os varejistas olharem para a tecnologia como um meio que vai apoiar uma maior automação comercial, elevar sua eficiência operacional e produtividade do negócio.

O debate é longo. Em muitos casos, já passei horas trocando argumentos com profissionais da área e ambas as partes não conseguiram convencer ninguém. Isso diz muito sobre a complexidade da decisão, mas me sinto na obrigação de dividir meu ponto de vista e tentar, no mínimo, quebrar alguns paradigmas da contratação de uma agência. Baseio meu raciocínio em uma tríade de argumentação.

A primeira base dessa tríade é rebater o argumento de que internalizar significa redução inevitável de custos. Ora, isso só faz sentido com uma conta absurdamente simplista, como, por exemplo, se a comparação for entre custos de contratação do mesmo número de profissionais e custo do fee da agência. Essa conta é o que chamo de “ingênua”, pois não considera os custos de rotatividade (com taxas altíssimas no marketing) e de queda de performance enquanto as vagas não são preenchidas. Por fim, essa conta não vai levar em consideração a economia com compra de mídia que uma boa agência gera (e que pode sozinha pagar o fee dela o ano todo).

O segundo pilar é discutir com profissionais que afirmam que o marketing é indispensável dentro das empresas, por ser uma atividade “core”. Na prática, tenho observado que empresas que não internalizam a atividade têm muito (muito!) mais tempo para pensar e desenvolver estratégias de marketing. A gestão interna do marketing demanda tempo e esforço, o que inevitavelmente incorre em desperdício de energia em decisões pouco estratégicas. E é exatamente o que uma agência de marketing eficiente deve fazer pelas empresas: não envolver seus clientes em decisões pequenas, irrelevantes e que tomam tempo importante.

Por fim, a última contestação que sempre rebato: “a agência de marketing não conhece minha indústria”. É inegável que a maioria das agências acaba se especializando em determinados mercados, pois isso facilita o crescimento. Mas, isso não é demérito, pelo contrário: as agências conhecem detalhes, meandros, particularidades e profundidade de informações que nenhum profissional de empresas com marketing internalizado conheceria. Além disso, há comportamentos similares em algumas indústrias e o tempo investido no conhecimento de cada setor é infinitamente menor do que o custo de ter que encontrar profissionais e treinar esses caras.

Minha conclusão, no entanto, não é inflexível. Por hora, meu conhecimento empírico, minha experiência atendendo big players do mercado e minha vivência à frente de uma agência de marketing me dão segurança para afirmar que internalizar, na maioria esmagadora dos casos, é um equívoco. Eu recomendo sempre a conversa com as agências, sem ter o custo como item único de tomada de decisão. Há elementos mais importantes, que nem sempre remetem ao fee de cada agência, que são essenciais na avaliação das empresas.

Minha dica final: que as empresas peçam sempre dois números para as agências. E são eles: a) o ROI médio proporcionado aos clientes e b) a economia de mídia que os clientes atuais têm. São números suficientes para acabar com qualquer comparação de contas simplistas.

Fonte:Digitalks

Relevancia: Como as ferramentas de buscas acham você.
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Iniciaremos esse artigo mostrando um pequeno exemplo de como o google search certamente uma das ferramentas mais utilizadas para pesquisa sobre os mais diversos assuntos. Assista o vídeo em anexo são apenas 3 minutos e você entenderá parte do processo de funcionamento do google.
Vídeo interessante não é mesmo? Bem vamos trocar em miúdos a explicação de Matt Cutts.

· Rastreamento

O rastreamento, varredura é primeira fase dos motores de busca. Um batalhão de pequenos “robôs” sai pela internet em busca de informações dos mais diversos segmentos. Como a internet é estruturada como uma teia onde informações comuns são interligadas os spiders, “aranhas” do Google por exemplo, capturam informações sobre as origens e destinos de cada link em um site para que essas informações possam ser catalogadas que é a segunda parte do processo.

· Indexação

Feita a varredura esses dados serão analisados em busca de relevância, o conteúdo real é separado do conteúdo de navegação já que o real é tudo de arquivos que estão no próprio site como fotos, documentos, mídias de áudio e vídeo, enquanto que o conteúdo de navegação é composto de links da página como os menus, por exemplo, esse tipo de conteúdo informa para os motores de busca a estrutura do site. Feita a indexação toda essa informação é armazenada em milhares de servidores espalhados ao redor do planeta. E são esses dados que após serem classificados “Rankeados” serão exibidos como resultado em uma pesquisa no site do Google.

· Rankeamento

Uma vez rastreado e indexado esse conteúdo é inserido em um Rank, uma classificação que leva em conta, relevância de cada link. Esse processo se baseia na qualidade das informações fornecidas pelo link em questão, e as empresas de busca estão, cada dia mais preocupadas com a qualidade dos resultados a serem apresentados aos seus usuários. Daí a importância de gerar conteúdo de qualidade quando do uso de mídias digitais.

Para tratar da melhor forma possível essas particularidades os profissionais de mídia, em sua maioria analistas, utilizam-se de técnicas de SEO (pronuncia-se Si-i-ôu) “Search Engine Optimization” familiarize-se com essa sigla ela é importante para seu site.

· Apresentação de resultados

Agora são apresentados os dados de acordo com o critério da pesquisa feita pelo usuário do Google, ainda nessa fase em alguns momentos é possível avaliar se o conteúdo é relevante ou não, e não se engane, conteúdo copiado à partir de outro site faz com que a relevância seja do mesmo já que o Google tem uma referencia de datas que permite que o sistema verifique se esse conteúdo fora publicado primeiro naquele endereço ou no seu.

Dadas essas informações cremos que fica claro porque é importante ter um profissional de mídias cuidando de sua identidade na web, sejam sites institucionais, ou redes sociais. Esse profissional pode trazer relevância para seu conteúdo e inclui-lo na “toplist” no momento da pesquisa que um cliente em potencial possa fazer em um site de buscas.

92% dos clientes que consomem produtos de e-commerce confiam em opiniões de amigos na hora de comprar online. Isso é o que mostrou um levantamento realizado pela Yourviews, empresa especializada em avaliações para e-commerce, que monitorou mais de 150 lojas virtuais brasileiras para chegar a esta conclusão.De acordo com os dados, 70% afirmaram que confiam nas opiniões publicadas online por outros consumidores e 75%, que as opiniões, e não apenas classificações, são “importantes” ou “muito importante” para sua decisão de compra.

Engajamento em Social Media e Reviews

Até 38% dos consumidores que fazem uma pergunta em comentários acabam fechando o negócio. Já aqueles clientes que se engajam com reviews compram 33% mais do que os outros usuários.
Além disso, a pesquisa ainda apontou que houve um aumento de 4% no ticket médio. Esse crescimento está relacionado com as avaliações de forma que produtos mais caros são melhores classificados pelos consumidores e instigam mais compras.
Os dados são importantes para as empresas do segmento, uma vez que mostra que clientes engajados a comentários rendem mais receita ao negócio.

Ainda segundo o estudo, no ano passado, o ticket médio dessas lojas ficou em torno de R$312,18. O levantamento também levou em consideração as regiões que mais compraram nesse período, dentre elas São Paulo (38%), seguido pelo Rio de Janeiro (13%) e Minas Gerais (10%).

Já a taxa de recompra apresentou um aumento de até 50%, reforçando a importância de se trabalhar o PR (Press Relations) e reputação da marca no universo online, bem como estreitar relacionamento com os clientes engajados para consolidar uma fidelização.

Fonte:Digitalks